6
mar
Katy Perry lança coleção de make inspirada em sereias

Que a Katy Perry é apaixonada por um look sereia, todos nós já sabemos. Mas ninguém esperava que a cantora lançasse uma coleção de makes inspirada nas criaturas mágicas em parceria com a Cover Girl. É para louvar de pé!

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A coleção contará com quatro delineadores, quatro batons e duas sombras que também funcionam como iluminador.

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Os itens serão lançados a partir de março nos EUA. Cada item custará US$ 8. Preço amigo, não é mesmo?

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Katy Perry já tinha sido sereia em 2012 para a marca GHD (saiba mais!)

“Você vai fazer com que Ariel sinta inveja, e vai ficar melhor do que uma cesta de páscoa brilhante quando estiver pronta!”, contou Katy ao site do Pop Sugar

Agora nos resta esperar por mais fotos oficiais, swatches e muito mais. Estou curiosa para conferir essa novidade de pertinho.

E se vocês quiserem se inspirar nessa vibe sereia colorida plena da Katy, basta conferir esses dois tutoriais que preparei.

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O primeiro tem a pegada azulão Smurf que é a cara da sereia moderna. Make lacriane que faz até Poseidon ter inveja do azul dos seus olhos, rsrs.

Já o segundo tuto foi desenvolvido a partir da make que a cantora usou no último Rock in Rio. Brilho. Rosé e muito poder unicórnio completam essa sereia fofolete.

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O que vocês acharam dessa colaboração da Katy com a Cover Girl? As sereias estão dominando o mundo!





Bruna Tavares





3
mar
Sereismo nos desfiles das escolas de samba cariocas Carnaval 2017
em: Cultura

Assim como no ano passado, o carnaval na Sapucaí teve muito sereismo! No Rio de Janeiro, três escolas chamaram a nossa atenção por conter elementos *sereísticos* em seus desfiles. Como a nossa colaboradora Tati Bello já havia adiantado, uma delas foi a Mocidade Independente de Padre Miguel. E também teve sereíce na União da Ilha e na grande vencedora dessa edição, Portela.

Vamos começar pela ganhadora que, na nossa opinião, teve o tema mais lindo de todos: as histórias e mitos da água doce. Uma homenagem dessa não teria como não encantar, né?! Além de apresentarem carros representando rios importantes e componentes vestidos de peixes que nadavam em direção à nascente, o enredo também lembrou da tragédia ambiental no Rio Doce, em Mariana.

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Para nós, o ponto alto foi a representação da sereia Iara. De arrepiar!

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Agora vamos para a Mocidade! O samba enredo falava sobre o Marrocos e as mil e uma noites, mas como na letra havia citação as sereias, então elas apareceram no desfile também. A rainha de bateria Camila Silva veio vestida de Dona das Areias, Iemanjá, e foi um dos principais destaques. Além disso, uma das alegorias foi intitulada Pérolas Negras e Pérolas Brancas – Sereias de um Lendário Mar.

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Já a União da Ilha levou o candomblé para a Sapucaí e se baseou nos quatro elementos para montar suas alas. Algumas das mais chamativas eram as que tinham como tema a água. A rainha de bateria, Tânia Oliveira, estava vestida como Pérola do Mar e sua fantasia foi uma das mais elogiadas de todo o carnaval.

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Fonte: Globo, Carnavalesco





Camila Gomes





1
mar
Projeto Tamar

Impossível falar de sereia e não associar a preservação marinha. O Project Mermaids, que já falamos aqui, faz um trabalho de conscientização ambiental através de fotos de sereias, e também já tivemos protestos da Mirella Ferraz, alertando sobre a preservação dos oceanos. Então, nada mais justo do que conhecer um pouquinho mais do projeto brasileiro mais bem sucedido em questão de preservação de vida marinha: o Projeto Tamar.

Eu sempre ouvi falar do Projeto Tamar, mas eu o conheci mesmo há dois anos. Fui para Florianópolis visitar minha família e minha prima “ganhou” uma tartaruga tigre-d’água. Nós resolvemos leva-la a um lugar de preservação e pensamos na sede do Projeto Tamar da cidade, que fica localizada na Barra da Lagoa.

Logo de cara os funcionários nos explicaram a diferença entre as espécies aquáticas e tartarugas marinhas (identificadas pelas nadadeiras) e nos contaram sobre o desequilíbrio ecológico que vem sido causado pelo abandono de tartarugas tigre-d’água americana, que é vendida ilegalmente.

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Enquanto meu tio foi levar o tigre d’água para outro projeto de preservação, nós fomos convidados a conhecer o espaço. Assim que eu entrei me deparei com um tanque com uma tartaruga, que olhou para mim bem na hora que eu bati foto:

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Depois eu me animei para tirar foto em um desses painéis que ficam disponíveis. Eu empolgadíssima versus minha prima levemente envergonhada:

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A Camila Gomes, minha xará aqui do blog, também conheceu o local há pouco tempo e se empolgou nos paineis – ainda mais porque um deles é de sereia!

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Não demorou muito para eu pesquisar mais sobre o projeto, conhecer mais sobre como surgiu a ideia, como ele é aplicado e com quais espécies ele trabalha.

Tudo começou no sul do país com um grupo de estudantes de oceanografia da Faculdade Federal de Rio Grande, no final da década de 70. Nesta época, as tartarugas já faziam parte do grupo de animais em extinção devido a grande matança das fêmeas em época de desova e do recolhimento dos ovos deixados na praia.

Esses estudantes realizavam expedições a praias desertas para estudar mais sobre a vida marinha. Em uma dessas expedições, quando estavam em Atol das Rocas, os pescadores mataram 11 tartarugas em uma noite. Com a chocante imagem, os estudantes daquela turma passaram a se dedicar de maneira profissional a preservação marinha.

O Projeto Tamar é abreviação de TArtaruga MARinha. Ele monitora aproximadamente 1.100km de praias, em 25 localidades diferentes. Alguns desses locais são centros de visitação (local que eu conheci) com lojas, lazer e conscientização ambiental.

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Além do centro de visitação em Florianópolis, os outros centros pelo Brasil são:

  • Praia do Forte /BA;
  • Arembepe/BA;
  • Fernando de Noronha/PE;
  • Oceanário de Aracaju/SE;
  • Regência/ES;
  • Vitória/ES.

Outro local de visitação que eu pretendo ir em breve fica no litoral Sul de São Paulo, em Ubatuba, que recebeu em janeiro a certificação de Posto Avançado da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica.

O projeto conta com o trabalho de oceanógrafos, pescadores, biólogos, pesquisadores e diversos profissionais que observam as áreas de alimentação, desovas, crescimento e descanso desses animais, além de orientarem o turismo e a população local para preservar as áreas de desovas. Desde 2001, eles usufruem da telemetria, que é um monitoramento por satélite para observar a migração das tartarugas.

Os pesquisadores monitoram os ninhos nos próprios locais de postura, ou transferem alguns, encontrados em áreas de risco, para locais mais seguros na mesma praia ou para cercados de incubação, expostos ao sol e chuva plenos, em praias próximas às bases de pesquisa. São feitas marcação e biometria das fêmeas, contagem de ninhos e ovos.

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Nas palestras de conscientização, os profissionais alertam para as interferências humanas que podem prejudicar o retorno das tartaruguinhas. A iluminação em praias de desovas é uma delas. A luz artificial faz com que elas sejam atraídas e se percam no caminho de volta para o mar. Em locais de desovas, o uso de quadriciclos também não é permitido.

Existem sete espécies de tartarugas marinhas no mundo. Desse total, o Projeto Tamar faz o acompanhamento de cinco espécies, que são as que são encontradas no litoral brasileiro:

  • Tartaruga Cabeçuda;
  • Tartaruga-de-Couro;
  • Tartaruga Oliva;
  • Tartaruga Verde;
  • Tartaruga-de-pente.

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O Tamar disponibiliza tirinhas com essas tartarugas dando dicas de preservação. Eles são chamados de Galera da Praia.

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Os hábitos, alimentação, curiosidade são apresentados por eles de maneira lúdica, com uma linguagem de fácil compreensão para adultos e crianças.

Normalmente, as tartarugas procuram áreas com areia e água do mar mais quentes. Esse motivo faz com que as principais áreas de reprodução sejam no Rio de Janeiro, norte do Espírito Santo e pelo Nordeste brasileiro, ou seja, nas regiões com as temperaturas mais altas.

Todas as tartarugas que desovam no litoral brasileiro se encontram ameaçadas. Uma tartaruga entra na maturidade sexual após os 25 anos e na idade adulta apenas aos 30. Então apesar dos 35 anos do projeto, apenas agora as tartarugas que nasceram sobre a proteção do Tamar estão atingindo a idade adulta.

Além do monitoramento, o projeto oferece alternativas além da pesca predatória para pescadores locais, conscientização e orientação. Existe também a conscientização de professores e escolas, informando sobre a importância de manter as praias limpas.

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Tamar conta com patrocínio nacional da Petrobras, através do Programa Petrobras Socioambiental, apoios e patrocínios regionais de governos estaduais e prefeituras, empresas e instituições nacionais e internacionais, além de organizações não governamentais.

*Todas as informações foram retiradas do site oficial do Projeto Tamar.

Ah, e sabem quem já começa sua história salvando uma tartaruguinha?

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Aproveitando o gancho, logo que o filme Moana começou a ser reproduzido nos cinemas, a Disney lançou uma campanha em que cada foto postada com a hashtag #MergulheNessa seria doado R$1,00 para o projeto. A campanha infelizmente já acabou, mas ficaram registros incríveis de pessoas mostrando a relação com o mar.

Pensando nisso, nós do blog Sereismo estamos “relevantando” a hashtag junto com #MarSemSujeira para que nossas leitoras sereias e leitores tritões apareçam em nossas redes sociais. As fotos precisam mostrar uma relação bem íntima com o mar e mostrar que ser sereia vai além de ter uma cauda e significa cuidar do nosso litoral <3

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Bora? 😀

Por Camila Piccini